Eficiência operacional no turismo: como a Blimboo reduz erros e o retrabalho
Eficiência operacional no turismo: como a Blimboo reduz tempo, erros e retrabalho
A dor das agências: processos manuais e retrabalho
Agências de turismo convivem com múltiplos sistemas e fluxos operacionais fragmentados — que vão desde cobranças, contratos e remessas internacionais até o controle financeiro interno. Todavia esses processos, muitas vezes manuais, acabam gerando atrasos, falhas de comunicação, retrabalho e perda de produtividade. Assim, para a redução de erros e o retrabalho no turismo, a Blimboo surgiu como uma solução integrada e eficiente.
Trata-se de uma plataforma voltada para o turismo, desenhada para centralizar e automatizar grande parte desses processos complexos e repetitivos. Isso significa:
✅ Automatização de pagamentos e cobranças multimoeda por meio da qual é possível permite emitir links e receber em diversas moedas, com cálculo automático de câmbio e redução de erros administrativos.
✅ Controle de acessos por usuário de forma que cada membro da equipe tem permissões específicas, evitando bagunça de informações e retrabalho coletivo.
✅ Dashboard unificado de processos, assim, menos dependência de planilhas e sistemas separados.
O ciclo multimoeda como diferencial operacional
No turismo, sobretudo, em operações internacionais, as transações normalmente envolvem mais de uma moeda. E com a Blimboo, você consegue: receber em moedas fortes como USD ou EUR sem deslocar toda operação para fora do país. Como também, automatizar o cálculo de câmbio no momento da cobrança. E assim, evita retrabalho de reconciliação e validação manual de taxas cambiais.
Tudo isso reduz erros e libera a equipe para se concentrar no que importa: vender melhor e entregar experiências incríveis aos clientes.
Como a Blimboo e a Monde reduzem erros e retrabalho no turismo
Após a execução dos pagamentos e recebimentos pela Blimboo, a integração com a Monde permite, então, que as agências de turismo tenham visão consolidada e organizada do financeiro. Neste contexto, a Monde atua na conciliação e, também no acompanhamento dos fluxos financeiros. E isso facilita o controle de receitas, despesas e resultados, mesmo em operações que envolvem múltiplas moedas e fornecedores internacionais.
Desta forma, com essa integração, as informações deixam de ficar dispersas em planilhas ou sistemas paralelos e passam a alimentar um ambiente único de análise. Consequentemente, reduz falhas de comunicação entre equipes, eliminando retrabalho e apoiando decisões mais estratégicas.
Como o D4Sign entra nessa equação de eficiência
Um dos principais pontos de atrito — tanto operacional quanto jurídico — está na gestão de contratos de viagem e da documentação associada. Diante disso, ao integrar a Blimboo com o D4Sign, é possível:
☑️ Assinar documentos digitais com validade jurídica, reduzindo, assim, o tempo gasto com papelada tradicional;
☑️ Automatizar fluxos de contrato, desde o envio até a assinatura e armazenamento diretamente dentro da operação;
☑️ Aumentar a segurança jurídica e rastreabilidade, por mecanismos de autenticação e certificação reforçados.
Como resultado, essa integração elimina passos manuais como impressão, envio por e-mail ou logística para assinatura. Ou seja, acelera todo o processo de formalização de vendas e contratos e, consequentemente, reduzindo falhas humanas.
Eficiência operacional como vantagem competitiva no turismo
Por fim, no competitivo mercado de turismo, eficiência operacional não é apenas uma vantagem — é uma necessidade. Com a Blimboo, as agências centralizam pagamentos, automatizam processos e integram ferramentas, garantindo a redução de erros e o retrabalho no turismo.
Quer ver tudo isso na prática? Então conheça as soluções da Blimboo e preencha o formulário abaixo.
Webinar | Desmistificando Remessas Internacionais no Turismo
Webinar | Desmistificando Remessas Internacionais no Turismo
As remessas internacionais no setor de turismo são parte essencial da operação de agências de viagens e operadoras que atuam com fornecedores no exterior. Afinal, pagamentos de hotéis, operadores locais e demais prestadores de serviços exigem não apenas envio de valores ao exterior, como também estrutura, segurança e previsibilidade financeira.
Deste modo, à medida que as vendas internacionais se tornam mais frequentes, também aumenta a necessidade de compreender como esses pagamentos devem ser realizados. No entanto, quando chega o momento de efetivar as remessas internacionais, surgem dúvidas recorrentes:
Quanto realmente custa uma remessa internacional?
Quais taxas estão envolvidas?
Como o câmbio impacta a margem da operação?
Existe uma forma mais estratégica de estruturar esses pagamentos?
Com o objetivo de esclarecer dúvidas recorrentes e contribuir para uma atuação mais estratégica no mercado, a Blimboo realizou o webinar “Desmistificando Remessas Internacionais para Agências e Operadoras de Turismo”. A iniciativa contou com a parceria da Tourhub e com o mapz.law, representado pelo advogado Erick Hitoshi – Especialista em legislação de remessas internacionais e compliance para agências.
Remessas internacionais no turismo: um tema estratégico
Com o crescimento das vendas de pacotes internacionais, é necessário compreender sobre o funcionamento dos pagamentos ao exterior. Uma vez que a variação cambial, custos operacionais, prazos de liquidação e conformidade regulatória impactam a margem e a competitividade das empresas. Desta forma, compreender essas variáveis deixou de ser apenas uma questão operacional, mas também uma decisão para o posicionamento no mercado internacional.
Pensando neste contexto, o webinar teve como pauta:
- A estrutura e funcionamento das remessas internacionais no setor de turismo;
- Principais custos envolvidos nas transações internacionais;
- Pontos de atenção na gestão cambial;
- Boas práticas para envio de valores ao exterior com maior previsibilidade;
- Estratégias para reduzir riscos operacionais em pagamentos internacionais.
Ou seja, foi desenvolvido um conteúdo com foco na realidade de empresas que realizam operações internacionais de forma recorrente e com mais eficiência.
Eficiência e segurança em pagamentos internacionais
A profissionalização das operações de remessa internacional no turismo é um diferencial competitivo. Pois, empresas que compreendem os fluxos, custos e responsabilidades envolvidas conseguem estruturar processos mais organizados, reduzir inconsistências e fortalecer sua atuação no mercado internacional.
Assim, se sua agência ou operadora busca mais eficiência, previsibilidade e segurança nas remessas internacionais, entre em contato com o time da Blimboo e conheça nossas soluções para pagamentos ao exterior.
Links úteis e relacionados ao assunto
Novas regras do Banco Central: o que muda para as stablecoins — e como a Blimboo se prepara
O papel da regulação: o que você precisa saber sobre stablecoins e compliance no Brasil e no mundo
Wallet para proteção cambial: como uma conta em dólares pode proteger seu negócio
Como stablecoins otimizam remessas internacionais
Stablecoins são uma alternativa ao câmbio tradicional para remessas internacionais no turismo, oferecendo mais agilidade, redução de custos e maior previsibilidade financeira para agências e operadoras.
Os desafios financeiros do turismo: como a integração Monde + Blimboo ajuda a resolvê-los
Aqui você irá entender os principais desafios financeiros do turismo e como a integração Monde + Blimboo ajuda a organizar pagamentos e fluxo de caixa.
Imposto de Renda Retido na Fonte em remessas internacionais no turismo: como funciona a tributação para operadoras brasileiras
O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) é um dos principais pontos de atenção para operadoras de turismo brasileiras que realizam remessas internacionais. A tributação varia conforme o país do fornecedor e a existência de Acordos de Bitributação, podendo resultar em alíquotas reduzidas, isenção ou aplicação da taxa padrão de 15% ou até 25% em países considerados paraísos fiscais. Compreender essas regras é essencial para garantir conformidade fiscal, evitar custos adicionais e manter a saúde financeira das operações internacionais no turismo.
Nova funcionalidade da Blimboo: mais controle e organização com a categorização de links de pagamento
A Blimboo lançou uma nova atualização que permite a categorização de links de pagamento, trazendo mais organização, controle financeiro e agilidade na gestão de cobranças. Com a nova funcionalidade, é possível agrupar links por categorias personalizadas, facilitar o acompanhamento dos recebimentos e ter uma visão mais estratégica das operações, tudo de forma simples e integrada à plataforma.
Antecipação de recebíveis no turismo: mais fluxo de caixa para o seu negócio
A antecipação de recebíveis no cartão de crédito é uma solução estratégica para empresas de turismo que buscam melhorar o fluxo de caixa e ganhar previsibilidade financeira. Com a Blimboo, agências, operadoras e negócios do setor podem receber suas vendas de forma antecipada, reinvestir mais rápido, honrar compromissos com fornecedores e crescer com mais agilidade, mesmo em um mercado marcado por sazonalidade e custos antecipados.
Wallet para proteção cambial: como uma conta em dólares pode proteger seu negócio
Wallet para proteção cambial: como uma conta em dólares pode proteger seu negócio
A volatilidade do câmbio é um dos principais desafios para empresas que lidam com pagamentos internacionais. Visto que, há variações repentinas na cotação do dólar ou do euro podem impactar diretamente margens, custos e planejamento financeiro. Nesse cenário, contar com uma wallet para proteção cambial, como uma conta em dólares, torna-se uma estratégia essencial para quem busca previsibilidade e segurança.
Mas, o que é uma wallet para proteção cambial?
É uma conta digital que permite receber, armazenar e movimentar valores em moeda estrangeira, como dólar ou euro, sem a necessidade de conversão imediata para reais. Na prática, ela funciona como uma conta internacional, ajudando empresas a se protegerem das oscilações do câmbio.
E, por que usar uma conta em dólares como proteção cambial?
Para reduzir a exposição às variações cambiais. Em vez de converter automaticamente os valores recebidos para reais, a empresa pode:
- Manter o saldo em dólar como reserva de valor;
- Planejar pagamentos internacionais com mais previsibilidade;
- Evitar perdas causadas por oscilações bruscas do câmbio;
- Ter maior controle sobre o fluxo financeiro internacional.
Desta forma, quando uma empresa que recebe pagamentos ao câmbio do dia, mas realiza pagamentos a fornecedores internacionais em datas diferentes e distantes, mas mantem o saldo a pagar em reais, está desprotegida. Por esta razão, quando não se tem uma wallet em dólares, cada operação exige uma conversão cambial, e como resultado, fica sujeita a taxas e variações do mercado.
Assim, com uma wallet para proteção cambial, o valor recebido pode permanecer em dólar até o momento ideal para uso ou conversão, trazendo mais controle, eficiência e economia.
Menos impacto da volatilidade cambial;
- Liberdade para converter quando quiser;
- Facilidade em pagamentos e recebimentos internacionais;
- Mais segurança e previsibilidade financeira;
- Melhor planejamento de caixa em operações globais.
Portanto, possuir uma wallet de proteção cambial é mais do que uma solução operacional, a proteção cambial é uma estratégia financeira. Empresas que utilizam estas em moeda estrangeira conseguem estruturar melhor seus custos, precificar seus serviços com mais precisão e reduzir riscos relacionados ao câmbio.
No contexto atual, em que operações internacionais estão cada vez mais acessíveis, adotar uma conta em dólares deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade para negócios globais.
Pensando nessas necessidades, a Blimboo oferece soluções que facilitam a gestão financeira internacional, incluindo wallets em moeda estrangeira, remessas internacionais e links de pagamento multimoeda, e como resultado, permite que empresas centralizem suas vendas e recebimentos em um único ambiente. Desta forma, com mais controle, previsibilidade e eficiência, a Blimboo ajuda negócios a reduzir riscos cambiais e operar de forma mais estratégica no mercado global.
Leia também
O papel da regulação: o que você precisa saber sobre stablecoins e compliance no Brasil e no mundo
O papel da regulação: o que você precisa saber sobre stablecoins e compliance no Brasil e no mundo
As stablecoins vêm se consolidando como uma solução estratégica para facilitar pagamentos e remessas internacionais, reduzindo custos e complexidade em comparação com os métodos tradicionais. No turismo e nas operações financeiras de agências de viagem, por exemplo, essa tecnologia tem impulsionado a agilidade e a eficiência nos recebimentos e transferências. Para entender melhor o impacto real dessa tendência, é essencial conhecer o papel da regulação e do compliance, tanto no Brasil quanto no mundo.
Se ainda não conhece, veja como as stablecoins estão transformando o envio internacional para agências de viagens: Envio internacional sem complicação: como as stablecoins estão transformando as remessas das agências de viagens.
Esse movimento regulatório também cria condições legais para a possível incidência de tributos como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em operações com stablecoins, o que pode impactar custos e estratégias de envio de recursos ao exterior.
Como o mundo está regulando as stablecoins
A abordagem regulatória varia de acordo com cada país ou bloco econômico:
- União Europeia: com o regulamento MiCA, estabelece regras claras para emissores e prestadores de serviços com criptoativos.
- Estados Unidos: o debate gira em torno da supervisão de emissores de stablecoins e da proteção ao consumidor.
- Ásia: países como Singapura e Japão adotam regulações que incentivam a inovação, mantendo exigências rigorosas de compliance.
Apesar das diferenças, o objetivo comum é criar um ecossistema mais seguro e transparente.
Referências:
Comissão Europeia deve desconsiderar alertas do BCE sobre regras para stablecoins, informa FT
Como a exposição cambial derrubou grandes empresas brasileiras? E o que isso revela sobre o futuro do turismo?
Como a exposição cambial derrubou grandes empresas brasileiras? E o que isso revela sobre o futuro do turismo?
Se tem algo que o mercado brasileiro nos ensinou nas últimas décadas é que não existe negócio internacional seguro sem estratégia cambial.
Uma vez que empresas gigantes, reconhecidas e líderes de mercado desapareceram, pois não se prepararam para a volatilidade do dólar.
Atualmente, com o câmbio em níveis elevados, margens cada vez mais apertadas e um consumidor mais sensível a preço, desta forma entender e gerenciar a exposição cambial deixou de ser uma vantagem competitiva para se tornar a diferença entre crescer ou quebrar.
Assim, para mostrar isso na prática, reunimos alguns dos maiores casos de empresas brasileiras diretamente impactadas pelo câmbio. De acordo com os exemplos, fica claro o que acontece quando o planejamento financeiro não acompanha a realidade internacional.
Essas histórias deixam um alerta muito claro:
Empresas de aviação sofrem impacto direto, despesas dolarizadas e receita em real criam um descompasso perigoso. Logo, operadoras de turismo sofrem impacto indireto, com a queda de demanda, margens comprimidas e riscos em vendas parceladas. Desta forma, empresas que recebem em real, mas pagam fornecedores em dólar, ficam expostas a perdas imediatas.
| Empresa | Situação (Ano) | Motivo Cambial | Impacto | Resumo |
|---|---|---|---|---|
| Varig | Falência em (2006) | Dívidas em dólar (leasing, combustível, financiamentos), enquanto a receita era em reais. | Desvalorização do real fez a dívida explodir. | Falta de hedge e contratos desalinhados com receita. |
| Nascimento Turismo | Recuperação judicial em (2015) | 65% das vendas no exterior sem proteção cambial. | Crise operacional, fechamento de unidades e busca de reestruturação. | Caso de operador que enfrentou desequilíbrio cambial e queda de demanda internacional. |
| BRA Transportes Aéreos | Falência em (2007) | Leasing em dólar sem proteção. | Crescimento do dólar + problemas internos inviabilizaram a operação. | Exposição cambial fragilizou o modelo low-cost. |
| MGM Operadora | Suspenção de atividades (2020) | Modelo típico do turismo internacional: receita em real e custos em dólar. Embora, o câmbio não foi citado como causa formal, mas agravou a crise de liquidez em cenário de queda de vendas e restrição de crédito. | Suspensão das operações, impacto em agências e passageiros e posterior desdobramento jurídico. | Exemplo de como a exposição cambial estrutural amplia riscos em momentos de choque de demanda e escassez de crédito, mesmo sem ser a causa declarada. |
Mas, hoje existem soluções de proteção e recebimento internacional muito mais acessíveis do que na época dessas empresas.
A fim de resolver os desafios financeiros que levaram muitas empresas do turismo à crise. a Blimboo foi criada. com tecnologia moderna e processos simplificados, ela ajuda negócios a operarem com mais segurança em um mercado cada vez mais sensível ao câmbio.
- Links de pagamentos multimoeda,
- Wallet para proteção cambial automática,
- Pagamentos e recebimentos internacionais instantâneos.
Nesse sentido, a Blimboo não é apenas uma plataforma; trata-se de uma verdadeira parceira na operação financeira, oferecendo suporte dedicado, treinamentos e acompanhamento contínuo.
Por isso, se você quer entender como reduzir o risco cambial e melhorar suas margens, preencha o formulário e descubra como a Blimboo pode ajudar sua empresa.







