Demo Day com a TBM Dream Travel: pagamentos internacionais rumo à Disney
Demo Day TBM Dream Travel: pagamentos internacionais com a proteção cambial rumo à Disney
Vender destinos no exterior exige resolver um desafio central. É preciso fazer pagamentos internacionais com a proteção cambial adequada, para que a variação do dólar não corroa a margem da agência. Por isso, no segundo episódio do Blimboo Demo Day, recebemos Rayara Barcellos, fundadora da TBM Dream Travel. Ela comanda uma operadora especializada no mercado B2B, com forte atuação em Orlando e nos parques da Disney e Universal. Além disso, a empresa atende destinos na Europa e na Ásia. Foi uma conversa prática sobre como vender experiências completas nos Estados Unidos com total segurança financeira.
Quem é a TBM Dream Travel
A empresa nasceu para preencher uma lacuna no mercado. Seu foco é o atendimento boutique e voltado para grupos, com profundidade de destino que vai muito além do básico. Além disso, a operadora atua exclusivamente no B2B e tem como sócia a Phoenix Bus. O parceiro tem mais de 18 anos de mercado e certificação GSA para trabalhar junto ao governo americano. Como reforço de segurança, conta ainda com um seguro de US$ 5 milhões.
O DNA da empresa é o atendimento a grupos. Entre os perfis atendidos estão os escolares, religiosos, de dança, corporativos e de adolescentes. Ainda assim, a operação também atende demandas individuais (FIT/VIP) para agências e operadoras parceiras.
Os diferenciais apresentados no Demo Day
Durante o episódio, Rayara detalhou o que torna a TBM uma verdadeira extensão do destino para a agência brasileira:
- Operação completa em Orlando, da recepção no aeroporto à entrega das chaves do hotel, com imersão nos parques e suporte constante via WhatsApp
- Conhecimento especializado em destinos como Tóquio e Paris, sempre com equipes locais
- Produtos rentáveis e exclusivos, como o Grad Bash da Universal e experiências educacionais na NASA
- Tarifas netas com descontos progressivos, ou seja, quanto maior o volume de serviços combinados, maior o benefício para a agência parceira
Como a Blimboo garante pagamentos internacionais com a proteção cambial
Rayara foi direta sobre o motivo da escolha da Blimboo. Visto que a TBM Dream Travel buscava tranquilidade jurídica, agilidade e transparência nas operações financeiras. Afinal, a gestão das taxas de câmbio é uma preocupação constante para as agências brasileiras. Por isso, a plataforma resolve esse ponto ao viabilizar pagamentos internacionais com a proteção cambial embutida em cada transação.
Entre os recursos que estruturam a operação, destacam-se:
🔹 Métodos de pagamento locais — Pix, boleto e cartão de crédito parcelado para o cliente brasileiro, enquanto a Blimboo cuida da remessa internacional
🔹 Velocidade na emissão de tickets — a plataforma usa métodos locais como ACH e Fed Wire. Assim, o pagamento é mais rápido que via Swift e reduz o risco de variação de preços dos ingressos
🔹 Links de pagamento inteligentes — com contratos e políticas de cancelamento embutidas. Além disso, a agência aplica seu markup e define as formas de pagamento do consumidor final
🔹 Proteção Cambial Automática — a agência informa o valor exato em dólar que o fornecedor precisa receber. Dessa forma, a plataforma garante que o montante chegue integralmente ao exterior
🔹 Contas verificadas — a TBM Dream Travel já possui conta verificada na Blimboo. Portanto, as agências pagam sem novos cadastros, sem taxas inesperadas e com total segurança
Por que isso importa
Câmbio é um risco silencioso. Ao realizar pagamentos internacionais com a proteção cambial automática, a agência elimina a exposição à variação do dólar. Assim, ela foca no que faz de melhor: entregar experiências de alto valor ao cliente final. Então dê o próximo passo e abra sua conta gratuita na Blimboo. comece a realizar pagamentos internacionais com a proteção cambial já na primeira operação.
Preencha o formulário abaixo e comece a realizar pagamentos internacionais com a proteção cambial já na primeira operação. Assim, você garante segurança jurídica, agilidade nas transações e a tranquilidade de que o valor chega integralmente ao fornecedor no exterior.
🗓️ O Blimboo Demo Day acontece toda quarta-feira às 9h30. A cada semana, um convidado diferente mostra como funciona a operação na prática.
3 formas práticas de proteger sua margem cambial no turismo antes do embarque
3 formas de proteger sua margem cambial no turismo antes do embarque
Proteger a margem cambial no turismo não é uma questão de prever para onde o dólar vai. É uma questão de não depender dessa previsão para manter a rentabilidade da sua operação.
Nos artigos anteriores: “Exposição cambial: o que é e como proteger sua margem” e “Impacto cambial no turismo: os riscos da variação cambial no setor”, mostramos como a exposição cambial corrói a margem silenciosamente. Além de calcularmos o impacto real para uma operadora brasileira e um DMC internacional.
Neste artigo, saímos do diagnóstico e entramos na prática: três formas concretas de proteger sua margem antes do embarque, do mais simples ao mais estruturado.
Por que “antes do embarque” é o momento certo?
O erro mais comum no turismo é tentar proteger o câmbio no momento do pagamento ao fornecedor — quando já é tarde. Nesse ponto, o câmbio já se moveu, o custo já subiu e a margem já foi consumida.
A proteção cambial eficaz acontece no momento da venda. Assim, o preço ainda pode ser calibrado, o custo travado e a operação pode ser estruturada para absorver a variação sem prejudicar o resultado.
Forma 1 — Precificação com banda de proteção cambial
Em vez de precificar utilizando o câmbio exato do dia, a agência pode adicionar uma margem de segurança cambial ao preço de venda. Dessa forma, cria uma banda de proteção capaz de absorver variações moderadas da moeda sem comprometer sua competitividade.
Ou seja, se o câmbio está em R$ 5,00 e faltam 90 dias para o embarque, os dados históricos indicam que, em 59% dos casos, a cotação sobe mais de 5% nesse período. Por isso, ao precificar com um câmbio de R$ 5,25 — equivalente a uma banda de proteção de 5% — a empresa já se resguarda contra o cenário historicamente mais provável.
Muitas operadoras que ainda não utilizam instrumentos de proteção cambial adotam essa estratégia como uma solução simples e imediata. Embora não elimine completamente o risco, essa abordagem reduz a exposição às oscilações do câmbio, além de ajuda a preservar a rentabilidade das vendas.
Entretanto é necessário atenção, pois se o câmbio subir mais do que a banda, como aconteceu em 2020 (+47%) e 2024 (+26%), a proteção não é suficiente.
Forma 2 — Antecipação do pagamento ao fornecedor
Em vez de você pagar o fornecedor internacional na data do embarque, você antecipa o pagamento assim que a venda é fechada.
Por exemplo, ao vender o pacote em janeiro com câmbio R$ 5,00. Você paga o valor do fornecedor no mesmo mês, e não no mês de abril. Assim, com o câmbio está travado, independente do que acontecer nos próximos 90 dias, você estará protegido.
Embora, isto pode funcionar bem para operadoras com liquidez disponível ou acesso a antecipação de recebíveis. Mas exige que o fornecedor aceite pagamento antecipado, uma prática comum em contratos de longo prazo com hotéis e DMCs parceiros.
Porém, isto pode comprometer o capital de giro antes do recebimento das parcelas do cliente. E, consequentemente, pode gerar pressão de caixa se o volume de vendas for alto.
Forma 3 — Proteção via stablecoin no momento da venda
No momento em que você fecha a venda, converta o valor equivalente ao custo do fornecedor para stablecoin (USDC ou EURC) — moedas digitais indexadas ao dólar ou ao euro. Ou seja, mantêm o valor independente da variação do câmbio BRL.
Na prática, funciona assim: você vende um pacote em janeiro com câmbio R$ 5,00 e custo do fornecedor de USD 2.100. Imediatamente após a venda, você converte R$ 10.395 para USDC. Assim, em abril, quando o embarque acontece, você usa o USDC para liquidar o fornecedor — ao câmbio de janeiro, não ao câmbio de abril.
Deste modo, se o dólar subiu para R$ 5,75 nesse intervalo, você economizou R$ 1.575 por pacote. Com 100 pacotes, você preservou R$ 157.500 de margem — sem mudar nada na operação.
Esse é o modelo mais recomendado para operadoras que querem proteção total sem complexidade. Pois, você opera de forma totalmente digital, com spread fixo de 0,4% (Blimboo) e liquidação em D+1
Comparativo das três formas
| Forma 1 Banda de preço | Forma 2 Antecipação | Forma 3 Stablecoin | |
|---|---|---|---|
| Proteção oferecida | Parcial | Total | Total |
| Impacto no capital de giro | Nenhum | Alto | Baixo |
| Complexidade | Baixa | Média | Baixa |
| Custo | Nenhum | Custo de capital | Spread de 0,4% |
| Melhor para | Início imediato | Operadoras com liquidez | Todos os públicos, sobretudo, operadoras com volume |
Na Blimboo, tudo acontece em uma única plataforma.
Basta seguir os três passos abaixo:
1. Abertura de conta: você mesmo abre sua conta para vendas na Blimboo, ou nossa equipe faz isso junto com você.
2. Envio de documentação e KYC/AML: após enviar a documentação específica e concluir o processo de KYC/AML, sua conta já está ativa e pronta para operar.
3. Operações via stablecoin: deste modo, você converte, protege e liquida fornecedores internacionais direto da plataforma.
O custo de não se proteger é mensurável.
O custo de protegê-la também.
A diferença é simples: quem se protege escolhe quanto pagar.
Quem não se protege descobre o preço depois.
Proteger a margem cambial no turismo não exige ser especialista em finanças. Entretanto exige reconhecer que o câmbio é uma variável do negócio — e que existem formas simples e acessíveis de gerenciá-la.
A Blimboo foi cria para isto. Assim, você opera com previsibilidade e protege sua margem no momento da venda. Preencha o formulário e fale com um especialista para descobrir como tornar sua operação mais prática e lucrativa.
Impacto cambial no turismo: os riscos da variação cambial no setor
Impacto cambial no turismo: os riscos da variação cambial no setor
O impacto cambial no turismo raramente aparece como uma linha de custo clara no fechamento do mês. Em vez disso, ele se esconde no resultado final — como uma margem que não fecha, uma venda que parecia lucrativa e não foi, ou um trimestre abaixo do planejado sem causa óbvia.
Para tornar esse risco concreto e mensurável, apresentaremos dois cenários reais em paralelo: uma operadora brasileira que vende pacotes internacionais parcelados em BRL, e um DMC internacional que recebe de clientes brasileiros. Em ambos os casos, o câmbio se move durante o ciclo da operação e o impacto é calculado em números precisos.
Os dois perfis e o problema em comum
Apesar dos contextos diferentes, operadoras brasileiras e DMCs internacionais enfrentam o mesmo problema estrutural: um descasamento de moeda entre o momento da venda e o momento do pagamento ou recebimento.
| Operadora Brasileira | DMC Internacional | |
|---|---|---|
| Recebe em | BRL (parcelado) | BRL (parcelado) |
| Paga / converte em | USD ou EUR | USD ou EUR |
| Quando o câmbio sobe | Custo do fornecedor aumenta | Valor convertido cai |
| Quem absorve a diferença | A margem da operadora | A margem do DMC |
| Solução | Travar câmbio na venda | Receber BRL, liquidar em moeda forte em D+1 |
A direção do risco é inversa, a operadora perde quando o dólar sobe, o DMC perde quando o real cai, mas o mecanismo é idêntico.
A operação de cada perfil
Antes de analisar o impacto, é importante entender as condições de partida de cada cenário.
| Parâmetro | Operadora Brasileira | DMC Internacional |
|---|---|---|
| Produto | 100 pacotes internacionais (Europa) | 20 grupos de clientes brasileiros |
| Custo / valor por unidade | USD 3.500 por pacote | EUR 4.000 por grupo |
| Câmbio de referência na venda | R$ 5,00 (USD/BRL) | R$ 5,50 (EUR/BRL) |
| Valor cobrado em BRL | R$ 8.750 por pacote | R$ 22.000 por grupo |
| Forma de recebimento | Parcelado pelo cliente | Parcelado pelo cliente |
| Prazo até pagamento / conversão | 7 meses | 6 meses |
| Margem / receita planejada | R$ 175.000 (20%) | EUR 80.000 |
| Câmbio no pagamento | R$ 5,75 (+15%) | R$ 6,16 (+12%) |
| Margem realizada | –R$ 87.500 (prejuízo) | EUR 71.429 (–10,7%) |
A operadora planejou R$ 175.000 de margem e realizou prejuízo de R$ 87.500. O DMC esperava EUR 80.000 e recebeu EUR 71.429 — perdeu EUR 8.571 sem que nada na operação tenha mudado.
E por que isso não aparece nos relatórios?
O prejuízo não chega rotulado como “perda cambial”. Pois, para a operadora brasileira, ele aparece como “custo de fornecedor acima do orçado”. E para o DMC, como “receita abaixo do previsto na conversão”. Em ambos os casos, a causa real — o câmbio — fica invisível até que a margem já tenha ido embora.
Para o DMC, o desafio é ainda mais complexo: por um lado, ele precisa aceitar BRL para competir no mercado brasileiro — o consumidor espera parcelamento em moeda local. Por outro, todos os seus custos operacionais estão em moeda estrangeira, normalmente em Euro ou Dólar. Sendo assim, cada real que recebe é uma aposta no câmbio futuro. Entretanto, para estruturar esse recebimento em BRL sem a Blimboo, ele precisaria abrir uma entidade jurídica no Brasil — o que representa custo, burocracia e tempo.
O que é possível fazer
A proteção cambial para esses dois perfis existe e é mais simples do que parece. Na Blimboo, o processo de abertura de conta é rápido e digital, sem a burocracia dos instrumentos financeiros tradicionais como NDFs ou TARFs.
Para a operadora brasileira: travar o câmbio no momento da venda, convertendo o valor do custo do fornecedor para stablecoin (USDC/EURC) imediatamente. Quando o embarque chega e o pagamento é necessário, o valor já está protegido — independente de onde o dólar estiver.
Para o DMC internacional: aceitar pagamentos em BRL via checkout white label (PIX, boleto, cartão parcelado em até 12x) sem abrir CNPJ no Brasil, com liquidação em USD ou EUR em D+1. O risco cambial fica do lado da infraestrutura — não da operação do DMC.
Por fim, o câmbio não é um risco abstrato. Embora sejam operações distintas, o mecanismo é o mesmo: tempo entre venda e pagamento, câmbio se movendo nesse intervalo, margem absorvendo a diferença. Mas a pergunta não é se isso vai acontecer com a sua operação. É quando, e se você vai estar protegido quando acontece.
A Blimboo é a infraestrutura financeira cambial para o turismo, uma vez que atendemos tanto operadoras brasileiras quanto DMCs e fornecedores internacionais que vendem para o mercado brasileiro. Quer saber mais? Preencha o formulário abaixo:
Exposição cambial: o que é e como proteger sua margem
Você precifica em reais, mas uma parte dos seus custos está em dólar. Esse desalinhamento silencioso tem nome — e pode estar destruindo sua rentabilidade sem que os relatórios mensais deixem claro o porquê.
Webinar | Desmistificando Remessas Internacionais no Turismo
Webinar | Desmistificando Remessas Internacionais no Turismo
As remessas internacionais no setor de turismo são parte essencial da operação de agências de viagens e operadoras que atuam com fornecedores no exterior. Afinal, pagamentos de hotéis, operadores locais e demais prestadores de serviços exigem não apenas envio de valores ao exterior, como também estrutura, segurança e previsibilidade financeira.
Deste modo, à medida que as vendas internacionais se tornam mais frequentes, também aumenta a necessidade de compreender como esses pagamentos devem ser realizados. No entanto, quando chega o momento de efetivar as remessas internacionais, surgem dúvidas recorrentes:
Quanto realmente custa uma remessa internacional?
Quais taxas estão envolvidas?
Como o câmbio impacta a margem da operação?
Existe uma forma mais estratégica de estruturar esses pagamentos?
Com o objetivo de esclarecer dúvidas recorrentes e contribuir para uma atuação mais estratégica no mercado, a Blimboo realizou o webinar “Desmistificando Remessas Internacionais para Agências e Operadoras de Turismo”. A iniciativa contou com a parceria da Tourhub e com o mapz.law, representado pelo advogado Erick Hitoshi – Especialista em legislação de remessas internacionais e compliance para agências.
Remessas internacionais no turismo: um tema estratégico
Com o crescimento das vendas de pacotes internacionais, é necessário compreender sobre o funcionamento dos pagamentos ao exterior. Uma vez que a variação cambial, custos operacionais, prazos de liquidação e conformidade regulatória impactam a margem e a competitividade das empresas. Desta forma, compreender essas variáveis deixou de ser apenas uma questão operacional, mas também uma decisão para o posicionamento no mercado internacional.
Pensando neste contexto, o webinar teve como pauta:
- A estrutura e funcionamento das remessas internacionais no setor de turismo;
- Principais custos envolvidos nas transações internacionais;
- Pontos de atenção na gestão cambial;
- Boas práticas para envio de valores ao exterior com maior previsibilidade;
- Estratégias para reduzir riscos operacionais em pagamentos internacionais.
Ou seja, foi desenvolvido um conteúdo com foco na realidade de empresas que realizam operações internacionais de forma recorrente e com mais eficiência.
Eficiência e segurança em pagamentos internacionais
A profissionalização das operações de remessa internacional no turismo é um diferencial competitivo. Pois, empresas que compreendem os fluxos, custos e responsabilidades envolvidas conseguem estruturar processos mais organizados, reduzir inconsistências e fortalecer sua atuação no mercado internacional.
Assim, se sua agência ou operadora busca mais eficiência, previsibilidade e segurança nas remessas internacionais, entre em contato com o time da Blimboo e conheça nossas soluções para pagamentos ao exterior.
Links úteis e relacionados ao assunto
Novas regras do Banco Central: o que muda para as stablecoins — e como a Blimboo se prepara
O papel da regulação: o que você precisa saber sobre stablecoins e compliance no Brasil e no mundo
Wallet para proteção cambial: como uma conta em dólares pode proteger seu negócio
Como stablecoins otimizam remessas internacionais
Stablecoins são uma alternativa ao câmbio tradicional para remessas internacionais no turismo, oferecendo mais agilidade, redução de custos e maior previsibilidade financeira para agências e operadoras.
O papel da regulação: o que você precisa saber sobre stablecoins e compliance no Brasil e no mundo
O papel da regulação: o que você precisa saber sobre stablecoins e compliance no Brasil e no mundo
As stablecoins vêm se consolidando como uma solução estratégica para facilitar pagamentos e remessas internacionais, reduzindo custos e complexidade em comparação com os métodos tradicionais. No turismo e nas operações financeiras de agências de viagem, por exemplo, essa tecnologia tem impulsionado a agilidade e a eficiência nos recebimentos e transferências. Para entender melhor o impacto real dessa tendência, é essencial conhecer o papel da regulação e do compliance, tanto no Brasil quanto no mundo.
Se ainda não conhece, veja como as stablecoins estão transformando o envio internacional para agências de viagens: Envio internacional sem complicação: como as stablecoins estão transformando as remessas das agências de viagens.
Esse movimento regulatório também cria condições legais para a possível incidência de tributos como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em operações com stablecoins, o que pode impactar custos e estratégias de envio de recursos ao exterior.
Como o mundo está regulando as stablecoins
A abordagem regulatória varia de acordo com cada país ou bloco econômico:
- União Europeia: com o regulamento MiCA, estabelece regras claras para emissores e prestadores de serviços com criptoativos.
- Estados Unidos: o debate gira em torno da supervisão de emissores de stablecoins e da proteção ao consumidor.
- Ásia: países como Singapura e Japão adotam regulações que incentivam a inovação, mantendo exigências rigorosas de compliance.
Apesar das diferenças, o objetivo comum é criar um ecossistema mais seguro e transparente.
Referências:
Comissão Europeia deve desconsiderar alertas do BCE sobre regras para stablecoins, informa FT

