Webinar | Desmistificando Remessas Internacionais no Turismo
Webinar | Desmistificando Remessas Internacionais no Turismo
As remessas internacionais no setor de turismo são parte essencial da operação de agências de viagens e operadoras que atuam com fornecedores no exterior. Afinal, pagamentos de hotéis, operadores locais e demais prestadores de serviços exigem não apenas envio de valores ao exterior, como também estrutura, segurança e previsibilidade financeira.
Deste modo, à medida que as vendas internacionais se tornam mais frequentes, também aumenta a necessidade de compreender como esses pagamentos devem ser realizados. No entanto, quando chega o momento de efetivar as remessas internacionais, surgem dúvidas recorrentes:
Quanto realmente custa uma remessa internacional?
Quais taxas estão envolvidas?
Como o câmbio impacta a margem da operação?
Existe uma forma mais estratégica de estruturar esses pagamentos?
Com o objetivo de esclarecer dúvidas recorrentes e contribuir para uma atuação mais estratégica no mercado, a Blimboo realizou o webinar “Desmistificando Remessas Internacionais para Agências e Operadoras de Turismo”. A iniciativa contou com a parceria da Tourhub e com o mapz.law, representado pelo advogado Erick Hitoshi – Especialista em legislação de remessas internacionais e compliance para agências.
Remessas internacionais no turismo: um tema estratégico
Com o crescimento das vendas de pacotes internacionais, é necessário compreender sobre o funcionamento dos pagamentos ao exterior. Uma vez que a variação cambial, custos operacionais, prazos de liquidação e conformidade regulatória impactam a margem e a competitividade das empresas. Desta forma, compreender essas variáveis deixou de ser apenas uma questão operacional, mas também uma decisão para o posicionamento no mercado internacional.
Pensando neste contexto, o webinar teve como pauta:
- A estrutura e funcionamento das remessas internacionais no setor de turismo;
- Principais custos envolvidos nas transações internacionais;
- Pontos de atenção na gestão cambial;
- Boas práticas para envio de valores ao exterior com maior previsibilidade;
- Estratégias para reduzir riscos operacionais em pagamentos internacionais.
Ou seja, foi desenvolvido um conteúdo com foco na realidade de empresas que realizam operações internacionais de forma recorrente e com mais eficiência.
Eficiência e segurança em pagamentos internacionais
A profissionalização das operações de remessa internacional no turismo é um diferencial competitivo. Pois, empresas que compreendem os fluxos, custos e responsabilidades envolvidas conseguem estruturar processos mais organizados, reduzir inconsistências e fortalecer sua atuação no mercado internacional.
Assim, se sua agência ou operadora busca mais eficiência, previsibilidade e segurança nas remessas internacionais, entre em contato com o time da Blimboo e conheça nossas soluções para pagamentos ao exterior.
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Stablecoins são uma alternativa ao câmbio tradicional para remessas internacionais no turismo, oferecendo mais agilidade, redução de custos e maior previsibilidade financeira para agências e operadoras.
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A volatilidade do câmbio é um dos principais desafios para empresas que lidam com pagamentos internacionais. Visto que, há variações repentinas na cotação do dólar ou do euro podem impactar diretamente margens, custos e planejamento financeiro. Nesse cenário, contar com uma wallet para proteção cambial, como uma conta em dólares, torna-se uma estratégia essencial para quem busca previsibilidade e segurança.
Mas, o que é uma wallet para proteção cambial?
É uma conta digital que permite receber, armazenar e movimentar valores em moeda estrangeira, como dólar ou euro, sem a necessidade de conversão imediata para reais. Na prática, ela funciona como uma conta internacional, ajudando empresas a se protegerem das oscilações do câmbio.
E, por que usar uma conta em dólares como proteção cambial?
Para reduzir a exposição às variações cambiais. Em vez de converter automaticamente os valores recebidos para reais, a empresa pode:
- Manter o saldo em dólar como reserva de valor;
- Planejar pagamentos internacionais com mais previsibilidade;
- Evitar perdas causadas por oscilações bruscas do câmbio;
- Ter maior controle sobre o fluxo financeiro internacional.
Desta forma, quando uma empresa que recebe pagamentos ao câmbio do dia, mas realiza pagamentos a fornecedores internacionais em datas diferentes e distantes, mas mantem o saldo a pagar em reais, está desprotegida. Por esta razão, quando não se tem uma wallet em dólares, cada operação exige uma conversão cambial, e como resultado, fica sujeita a taxas e variações do mercado.
Assim, com uma wallet para proteção cambial, o valor recebido pode permanecer em dólar até o momento ideal para uso ou conversão, trazendo mais controle, eficiência e economia.
Menos impacto da volatilidade cambial;
- Liberdade para converter quando quiser;
- Facilidade em pagamentos e recebimentos internacionais;
- Mais segurança e previsibilidade financeira;
- Melhor planejamento de caixa em operações globais.
Portanto, possuir uma wallet de proteção cambial é mais do que uma solução operacional, a proteção cambial é uma estratégia financeira. Empresas que utilizam estas em moeda estrangeira conseguem estruturar melhor seus custos, precificar seus serviços com mais precisão e reduzir riscos relacionados ao câmbio.
No contexto atual, em que operações internacionais estão cada vez mais acessíveis, adotar uma conta em dólares deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade para negócios globais.
Pensando nessas necessidades, a Blimboo oferece soluções que facilitam a gestão financeira internacional, incluindo wallets em moeda estrangeira, remessas internacionais e links de pagamento multimoeda, e como resultado, permite que empresas centralizem suas vendas e recebimentos em um único ambiente. Desta forma, com mais controle, previsibilidade e eficiência, a Blimboo ajuda negócios a reduzir riscos cambiais e operar de forma mais estratégica no mercado global.
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As stablecoins vêm se consolidando como uma solução estratégica para facilitar pagamentos e remessas internacionais, reduzindo custos e complexidade em comparação com os métodos tradicionais. No turismo e nas operações financeiras de agências de viagem, por exemplo, essa tecnologia tem impulsionado a agilidade e a eficiência nos recebimentos e transferências. Para entender melhor o impacto real dessa tendência, é essencial conhecer o papel da regulação e do compliance, tanto no Brasil quanto no mundo.
Se ainda não conhece, veja como as stablecoins estão transformando o envio internacional para agências de viagens: Envio internacional sem complicação: como as stablecoins estão transformando as remessas das agências de viagens.
Esse movimento regulatório também cria condições legais para a possível incidência de tributos como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em operações com stablecoins, o que pode impactar custos e estratégias de envio de recursos ao exterior.
Como o mundo está regulando as stablecoins
A abordagem regulatória varia de acordo com cada país ou bloco econômico:
- União Europeia: com o regulamento MiCA, estabelece regras claras para emissores e prestadores de serviços com criptoativos.
- Estados Unidos: o debate gira em torno da supervisão de emissores de stablecoins e da proteção ao consumidor.
- Ásia: países como Singapura e Japão adotam regulações que incentivam a inovação, mantendo exigências rigorosas de compliance.
Apesar das diferenças, o objetivo comum é criar um ecossistema mais seguro e transparente.
Referências:
Comissão Europeia deve desconsiderar alertas do BCE sobre regras para stablecoins, informa FT
Como a exposição cambial derrubou grandes empresas brasileiras? E o que isso revela sobre o futuro do turismo?
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Se tem algo que o mercado brasileiro nos ensinou nas últimas décadas é que não existe negócio internacional seguro sem estratégia cambial.
Uma vez que empresas gigantes, reconhecidas e líderes de mercado desapareceram, pois não se prepararam para a volatilidade do dólar.
Atualmente, com o câmbio em níveis elevados, margens cada vez mais apertadas e um consumidor mais sensível a preço, desta forma entender e gerenciar a exposição cambial deixou de ser uma vantagem competitiva para se tornar a diferença entre crescer ou quebrar.
Assim, para mostrar isso na prática, reunimos alguns dos maiores casos de empresas brasileiras diretamente impactadas pelo câmbio. De acordo com os exemplos, fica claro o que acontece quando o planejamento financeiro não acompanha a realidade internacional.
Essas histórias deixam um alerta muito claro:
Empresas de aviação sofrem impacto direto, despesas dolarizadas e receita em real criam um descompasso perigoso. Logo, operadoras de turismo sofrem impacto indireto, com a queda de demanda, margens comprimidas e riscos em vendas parceladas. Desta forma, empresas que recebem em real, mas pagam fornecedores em dólar, ficam expostas a perdas imediatas.
| Empresa | Situação (Ano) | Motivo Cambial | Impacto | Resumo |
|---|---|---|---|---|
| Varig | Falência em (2006) | Dívidas em dólar (leasing, combustível, financiamentos), enquanto a receita era em reais. | Desvalorização do real fez a dívida explodir. | Falta de hedge e contratos desalinhados com receita. |
| Nascimento Turismo | Recuperação judicial em (2015) | 65% das vendas no exterior sem proteção cambial. | Crise operacional, fechamento de unidades e busca de reestruturação. | Caso de operador que enfrentou desequilíbrio cambial e queda de demanda internacional. |
| BRA Transportes Aéreos | Falência em (2007) | Leasing em dólar sem proteção. | Crescimento do dólar + problemas internos inviabilizaram a operação. | Exposição cambial fragilizou o modelo low-cost. |
| MGM Operadora | Suspenção de atividades (2020) | Modelo típico do turismo internacional: receita em real e custos em dólar. Embora, o câmbio não foi citado como causa formal, mas agravou a crise de liquidez em cenário de queda de vendas e restrição de crédito. | Suspensão das operações, impacto em agências e passageiros e posterior desdobramento jurídico. | Exemplo de como a exposição cambial estrutural amplia riscos em momentos de choque de demanda e escassez de crédito, mesmo sem ser a causa declarada. |
Mas, hoje existem soluções de proteção e recebimento internacional muito mais acessíveis do que na época dessas empresas.
A fim de resolver os desafios financeiros que levaram muitas empresas do turismo à crise. a Blimboo foi criada. com tecnologia moderna e processos simplificados, ela ajuda negócios a operarem com mais segurança em um mercado cada vez mais sensível ao câmbio.
- Links de pagamentos multimoeda,
- Wallet para proteção cambial automática,
- Pagamentos e recebimentos internacionais instantâneos.
Nesse sentido, a Blimboo não é apenas uma plataforma; trata-se de uma verdadeira parceira na operação financeira, oferecendo suporte dedicado, treinamentos e acompanhamento contínuo.
Por isso, se você quer entender como reduzir o risco cambial e melhorar suas margens, preencha o formulário e descubra como a Blimboo pode ajudar sua empresa.
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Algumas agências ainda enfrentam desafios ao enviar valores para fornecedores no exterior. As etapas costumam ser longas, os custos são elevados e, em alguns casos, a variação cambial durante o processo acaba reduzindo a margem de lucro das operações.
Entretanto, com as stablecoins, esse cenário muda. As transferências internacionais tornam-se mais rápidas, acessíveis e previsíveis. Para o setor de turismo, isso representa:
- Redução nas taxas de envio e recebimento;
- Liquidação quase instantânea das remessas;
- Eliminação de intermediários bancários;
- Maior previsibilidade sobre o valor final transferido.
O resultado é uma operação mais eficiente, competitiva e lucrativa — especialmente para agências que realizam pagamentos frequentes no exterior.
Na Blimboo, acreditamos que a inovação financeira é essencial para o crescimento sustentável das agências. Por isso, acompanhamos de perto a evolução das stablecoins e outras soluções que simplificam e aceleram as remessas internacionais.
Hoje, já oferecemos ferramentas que antecipam essa transformação — com pagamentos multimoeda, automação de remessas e total segurança fiscal em cada etapa.
O futuro das remessas internacionais está mais próximo do que nunca. E a Blimboo está pronta para ajudar sua agência a chegar lá primeiro. Descubra como simplificar suas operações internacionais com a Blimboo.
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O que são Stablecoins?
Stablecoins acompanham ativos reais, como o dólar. Dessa forma, tornam transferências internacionais mais ágeis, seguras e acessíveis.
O Banco Central publicou a Resolução nº 521, que trata as transações com stablecoins como operações de câmbio tradicionais. Na prática, isso significa um avanço regulatório importante para o mercado de moedas digitais lastreadas, como as stablecoins. Mas também abre caminho para possíveis novas tributações.
Uma das consequências mais debatidas é a possibilidade de incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas stablecoins. Especialistas consultados pelo Money Times afirmam que a regra cria a condição legal para essa cobrança, mas não implica a tributação imediata. Ou seja, o imposto só seria aplicado caso o Ministério da Fazenda regulamentasse oficialmente essa incidência.
Embora haja essa “margem” regulatória para a cobrança do IOF, a mudança tem caráter “eminentemente regulatório”, segundo advogados, e não implica automaticamente uma tributação imediata. Para empresas que utilizam stablecoins como ferramenta de proteção cambial ou como alternativa rápida para pagamentos internacionais, o novo cenário exige atenção. Pois o Brasil avança na construção de um marco mais rígido e detalhado para operações com criptoativos.
Ou seja, as novas regras reforçam a importância da conformidade em operações internacionais. Além de evidenciarem que o mercado de câmbio — mesmo em suas versões digitais — seguirá sob forte supervisão regulatória.
O que a Blimboo pode oferercer?
A Blimboo destaca que, independentemente de mudanças tributárias, empresas do setor precisam ter clareza sobre custos, riscos e exposição cambial. Por isso, já oferece soluções que ajudam agências e operadoras a reduzir a volatilidade e preservar margens, como:
- Dolarização de recebíveis;
- Travamento do câmbio no momento da venda;
- Remessa internacionais seguras e em conformidade com a regulamentação.
Deste modo, com o aumento da supervisão do Banco Central sobre ativos digitais, práticas seguras e em conformidade com a legislação tornam-se ainda mais essenciais. Pois, elas preservam a saúde financeira das operações no turismo.
A Blimboo seguirá acompanhando a evolução regulatória. Assim, poderá orientar seus parceiros e oferecer as melhores alternativas no cenário cambial, tradicional ou digital.
Quer saber mais sobre stablecoins?
Para entender mais sobre os impactos da Stablecoins no turismo, acesse a notícia completa no blog da Blimboo: “O que são Stablecoins e por que elas importam para o turismo”.
Por fim, se você quer entender como essas mudanças podem impactar sua operação financeira e descobrir como a Blimboo pode ajudar sua agência ou operadora a se adaptar, fale com o nosso time.



