Novas regras do Banco Central: o que muda para as stablecoins e como a Blimboo se prepara
Stablecoins são moedas digitais atreladas a ativos reais, como o dólar, permitindo transferências rápidas, baratas e com menos burocracia, facilitando pagamentos internacionais sem intermediários.
Na última semana, o Banco Central publicou a Resolução nº 521, que trata as transações com stablecoins como operações de câmbio tradicionais. Na prática, isso significa um avanço regulatório importante para o mercado de moedas digitais lastreadas, como as stablecoins atreladas ao dólar, mas também abre caminho para possíveis novas tributações.
Uma das consequências mais debatidas é a possibilidade de incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas stablecoins. Especialistas consultados pelo Money Times afirmam que a regra cria a condição legal para essa cobrança, mas não implica a tributação imediata. Ou seja, o imposto só seria aplicado caso o Ministério da Fazenda regulamentasse oficialmente essa incidência.
Especialistas consultados pelo Money Times afirmam que a regra cria a condição legal para essa cobrança, mas não implica a tributação imediata. Ou seja, o imposto só seria aplicado caso o Ministério da Fazenda regulamentasse oficialmente essa incidência. Embora haja essa “margem” regulatória para a cobrança do IOF, a mudança tem caráter “eminentemente regulatório”, segundo advogados, e não implica automaticamente uma tributação imediata.
Para empresas que utilizam stablecoins como ferramenta de proteção cambial ou como alternativa rápida para pagamentos internacionais, o novo cenário exige atenção redobrada, pois o Brasil avança na construção de um marco mais rígido e detalhado para operações com criptoativos.
Segundo o time da Blimboo, que atua com soluções financeiras para o setor de turismo, as novas regras reforçam a importância da conformidade em operações internacionais, além de evidenciarem que o mercado de câmbio — mesmo em suas versões digitais — seguirá sob forte supervisão regulatória.
A Blimboo destaca que, independentemente de possíveis mudanças tributárias, empresas do setor precisam ter clareza sobre custos, riscos e exposição cambial. A empresa já oferece soluções que ajudam agências e operadoras a reduzir volatilidade e preservar a margem, como:
- Dolarização de recebíveis;
- Travamento do câmbio no momento da venda;
- Remessa internacionais seguras e em conformidade com a regulamentação.
A Blimboo afirma que continuará acompanhando a evolução regulatória para orientar seus parceiros e oferecer as melhores alternativas no cenário cambial — seja ele tradicional ou digital.
Para entender mais sobre os impactos da Stablecoins no turismo, acesse a notícia completa no blog da Blimboo: “O que são Stablecoins e por que elas importam para o turismo”.
Se você quer entender como essas mudanças podem impactar sua operação financeira e descobrir como a Blimboo pode ajudar sua agência ou operadora a se adaptar, fale com o nosso time.

